Você encontrará uma pequena amostra dos projetos desenvolvidos ao longo de três anos na CEMEB "Governador André Franco Montoro" em Itapevi com os alunos da EJA.

Apresentação

A história da educação brasileira registra uma dívida em relação à escolarização de jovens e adultos que não puderam concluir a escolaridade regular na idade própria.A idéia de que a educação de jovens e adultos deve merecer tratamento diferenciado é antiga. No entanto, a adoção de uma metodologia específica, que considere o repertório e as necessidades dessa população com frequência ainda esbarra no mesmo tratamento à educação de crianças.

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Apresentação

A história da educação brasileira registra uma dívida em relação à escolarização de jovens e adultos que não puderam concluir a escolaridade regular na idade própria.

A idéia de que a educação de jovens e adultos deve merecer tratamento diferenciado é antiga. No entanto, a adoção de uma metodologia específica, que considere o repertório e as necessidades dessa população com frequência ainda esbarra no mesmo tratamento à educação de crianças. Dificilmente uma proposta para educação de jovens e adultos deixa de carregar alguns elementos diretamente transferidos da educação de crianças, ainda que mesclados com outros que lhe conferem um “ar” menos infantil: se a relação professor-aluno é adequada à faixa etária, os conteúdos não o são; se a abordagem dos conteúdos é mais apropriada, os objetivos a que se visa reproduzem desempenhos que não tem sentido no universo adulto...

Essa modalidade reveste-se de outras variáveis complicadoras: é dirigido às pessoas que foram excluídas do processo educativo formal na idade esperada, têm carências econômicas e sociais, são estigmatizadas pela sociedade e, em grande parte das vezes, acumulam fracassos escolares que comprometem sua auto-imagem como seres inteligentes e capazes de aprender.

Embora no discurso pedagógico as constatações acima sejam analisadas reiteradamente, na prática ainda persiste o desafio de criar uma solução mais ajustada à situação peculiar dos jovens e adultos da realidade brasileira que inauguram ou reiniciam sua vida de estudantes.

A escola CEMEB André Franco Montoro, em Itapevi, conseguiu ao longo de três anos desenvolver com os alunos da EJA um trabalho voltado a diminuir essas diferenças, tanto no que se refere ao método utilizado, quanto no reconhecimento de potencialidades. Os projetos realizados tinham como maior premissa à participação coletiva, o acesso e a oportunidade na ampliação do universo cultural e a (re) significação dos conteúdos curriculares e sua importância no processo ensino aprendizagem. O Blog “EJA, aqui tem DIVERSIDADE” você encontrará uma pequena amostra desse trabalho através da metodologia de projetos, a tradução na prática do que está implícito do “fazer” pedagógico e sua intencionalidade.